
"A felicidade é um problema individual. Aqui, nenhum conselho é válido. Cada um deve procurar, por si, tornar-se feliz."
- Sigmund Freud

Sobre mim
Sou Desirée, psicóloga clínica de orientação psicanalítica. Em meu consultório, ofereço um ambiente ético, acolhedor e confidencial, onde você pode falar livremente sobre suas experiências e conflitos. Acredito que cada pessoa possui uma forma única de experimentar o mundo, de se relacionar e de lidar com o próprio sofrimento. Por isso, o processo analítico não oferece respostas prontas, mas um espaço de escuta atenta, reflexão e construção de novos sentidos. Ao longo desse percurso, torna-se possível elaborar conflitos e encontrar maneiras mais autênticas de viver.
Minha formação é marcada pelo diálogo entre a psicanálise e as artes. Sou graduada em Psicologia pela UFRJ, pós-graduada em Arte e Filosofia pela PUC-Rio e mestre e doutoranda em História, na linha de pesquisa de História da Arte, pelo Programa de Pós-Graduação em História Social da Cultura da PUC-Rio. Essa trajetória amplia meu olhar para a complexidade da experiência humana, enriquecendo a escuta clínica e a compreensão das diferentes formas de sofrimento e subjetivação.
Como funcionam as sessões
A psicanálise tem como principal método a associação livre. Durante a sessão, você é convidado(a) a falar livremente sobre qualquer tema que lhe venha à mente, sem a preocupação de organizar o discurso ou dizer apenas o que parece importante. A partir dessa fala, o trabalho clínico busca compreender os sentidos daquilo que é dito, sem oferecer respostas prontas ou fórmulas universais, mas construindo, em conjunto, novas possibilidades de compreensão sobre si.
As sessões acontecem semanalmente e têm duração aproximada de 50 minutos, realizadas em dia e horário previamente combinados. A regularidade dos encontros é um elemento fundamental para o processo, pois favorece a continuidade da escuta e o aprofundamento das questões trazidas ao longo do tratamento.

Escuta sem julgamentos
A sessão é um espaço para falar livremente sobre pensamentos, sentimentos, sonhos, lembranças e acontecimentos do cotidiano, sem a necessidade de seguir uma ordem específica.
Reflexão e elaboração
Durante a conversa, o(a) analista faz intervenções e propõe reflexões que ajudam a ampliar a compreensão sobre aquilo que está sendo falado, favorecendo novos sentidos para a própria experiência.
Construção de mudanças
Ao longo do processo, torna-se possível construir novas formas de compreender a própria história, elaborar conflitos e promover mudanças mais consistentes na maneira de viver e se relacionar.